Acho que amo a diio
Por
Daniel de diio
|
10
Minutos

Do ponto de vista da liderança, Catalina Le Blanc, Head of Sales da Buk, já havia identificado um problema estrutural: uma parte significativa do tempo dos sales managers era consumida por tarefas administrativas que os afastavam do que é mais relevante em seu papel. Tomar notas, transferi-las para o CRM, reconstruir depois o que havia acontecido em uma reunião. diio permitiu liberar esse tempo e usá-lo em algo muito mais valioso: pensar estrategicamente em cada cliente e em cada oportunidade.
Mas o impacto não ficou restrito a essa camada.
O que o time começa a dizer
Quando uma ferramenta passa a fazer parte do dia a dia, o feedback começa a emergir com clareza. E quando pessoas diferentes expressam ideias semelhantes, algo se torna evidente. No time de vendas da Buk, o feedback sobre diio se repete em comentários como estes:
“Me lembra de tudo o que ficou pendente depois da reunião.”
“As recomendações são muito boas, no nível de um sales manager sênior.”
“Permite estar 100% focado no cliente, e não em tomar notas.”
“Me passam coisas com diio… acho que eu amo um pouco.”
Não há linguagem técnica nem promessas grandiosas.
Há experiência cotidiana.
O que aparece não é empolgação com uma nova ferramenta, mas alívio: menos carga mental, mais foco e mais clareza sobre o que fazer depois de cada conversa.
Feedback que apoia, não que julga
Outro padrão que aparece com força no feedback do time é o papel que a diio cumpre como apoio constante. Ela não substitui o líder nem a conversa humana, mas adiciona contexto, continuidade e critério. Isso muda a natureza do feedback dentro do time.
Ele deixa de ser esporádico ou reativo e passa a fazer parte do fluxo normal de trabalho. O feedback se torna mais frequente, mais específico e mais justo, porque se baseia no que realmente aconteceu em cada reunião, e não em memórias parciais ou impressões isoladas.
Para a liderança, isso significa conseguir acompanhar melhor.
Para o time, significa sentir apoio em vez de avaliação.
Descansar para pensar melhor
A economia de tempo aparece de forma transversal (cerca de duas horas por pessoa por semana), mas o valor real não está apenas aí. Está no que se faz com esse tempo.
O time descreve isso com clareza: descansar na inteligência artificial para o operacional permite dedicar mais energia à estratégia, à análise e à tomada de decisões. A fazer melhor o trabalho que realmente exige critério humano.
Quando o feedback flui nos dois sentidos
O ponto de vista de Catalina Le Blanc e o feedback de seu time se complementam.
Da liderança, há mais visibilidade e maior capacidade de gestão.
Do time, há foco, organização e uma sensação real de apoio.
Nesse momento, o feedback deixa de ser um momento desconfortável e passa a ser uma camada permanente do trabalho comercial. Na Buk, essa experiência acabou sendo descrita de forma muito simples: diio funciona como um sales manager sênior a mais, sempre disponível.
E quando o feedback é construído assim, com contexto real e critério compartilhado, melhorar os resultados deixa de ser uma exigência externa e passa a ser uma consequência natural.
Se quiser conhecer essa experiência a partir da perspectiva da liderança, você pode assistir ao depoimento de Catalina Le Blanc, Head of Sales da Buk, na aba Clientes do nosso site.

Let them sell
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