O impacto de diio, medido pela Berkeley Haas
Por
Daniel de diio
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10
Minutos
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Tudo começou com uma pergunta simples, mas difícil de responder bem: qual é o impacto que diio gera em seus clientes?
Para respondê-la, quatro estudantes de MBA do programa International Business Development da UC Berkeley Haas trabalharam com diio por mais de três meses a partir de Berkeley e, depois, durante duas semanas em nossos escritórios em Santiago do Chile.
A meta era transformar a percepção de valor em uma medição concreta: um modelo capaz de estimar o ROI de diio com dados, entrevistas e contexto real de clientes.
O projeto teve três entregáveis principais: um whitepaper sobre o problema de produtividade em equipes comerciais, uma calculadora de ROI para estimar o impacto de diio em cada empresa e um playbook de implementação para integrar essa medição aos processos comerciais de diio.
Um pouco de contexto sobre o estudo:
Medir mais do que atividade
Hoje, as equipes comerciais vivem um paradoxo difícil de ignorar. Nunca tiveram tantas ferramentas, dados e sistemas para vender melhor. Ao mesmo tempo, grande parte da semana continua presa em tarefas administrativas: atualizar o CRM, documentar reuniões, coordenar próximos passos, organizar informações dispersas e reconstruir manualmente o que aconteceu em cada interação com clientes.
O whitepaper da Berkeley Haas identifica um padrão cada vez mais comum: as empresas investem em tecnologia para ganhar produtividade, mas muitas vezes acabam criando mais fragmentação.
Uma conversa fica em uma plataforma. O resumo, em outra. O CRM, em outra. O acompanhamento, em outra. E, entre cada sistema, surge uma nova tarefa manual, uma nova possibilidade de erro e uma nova perda de contexto.
Nesse cenário, o desafio deixa de ser acumular mais dados. O importante é que a informação esteja conectada, tenha contexto e ajude a tomar decisões. É aí que surge uma nova categoria: sistemas de revenue que entendem o propósito de cada interação.
De conversas a decisões
O relatório da Berkeley Haas propõe olhar para as interações comerciais a partir de uma pergunta diferente: essa conversa cumpriu o objetivo que precisava cumprir?
Isso muda a forma de ler uma reunião, um follow-up ou uma negociação.
Foram identificadas dores relevantes?
Os próximos passos ficaram claros?
A oportunidade avançou?
A equipe sabe onde agir agora?
Essa é precisamente a categoria que estamos construindo em diio.
diio unifica conversas, contexto, sinais e fluxos de trabalho para que as equipes não precisem reconstruir manualmente o que já aconteceu. A partir dessas informações, ajuda a detectar onde priorizar, qual oportunidade precisa de atenção, qual follow-up não pode ficar pendente e quais comportamentos estão fazendo o negócio avançar.
A diferença não está em ter mais informação. A diferença está em decidir antes.
Um projeto com clientes, dados e contexto real
O trabalho começou em Berkeley no final de janeiro, quando a equipe foi designada para diio dentro do programa IBD. A primeira etapa foi focada em entender a empresa, a indústria e o escopo do projeto. Antes de construir qualquer entregável, a equipe definiu junto com diio o que precisava ser medido, para quem e com qual nível de profundidade.
Depois veio uma etapa que a equipe chamou de “getting smart”: conversar, pesquisar e contrastar. Eles entrevistaram líderes da indústria, como Salesforce, IBM e Anthropic, revisaram relatórios de mercado e conversaram com pessoas do ecossistema de vendas, tecnologia e inteligência artificial. Também conversaram com clientes de diio, como Buk, Toky e Webdox, para entender como a plataforma impacta equipes reais.
A partir dessa combinação de pesquisa, entrevistas e dados agregados de clientes, o estudo modelou o impacto de diio em quatro dimensões principais:
8 a 10 horas recuperadas por semana por executivo.
Tempo que antes era dedicado a tarefas administrativas, documentação e atualização manual de sistemas.
5% a 7% de melhora no win rate.
Uma melhora associada a um melhor acompanhamento, maior visibilidade e conversas comerciais melhor executadas.
6% a 8% de revenue lift.
Impacto estimado em receita a partir de melhorias em produtividade, execução comercial e avanço de oportunidades.
3x a 5x de ROI no primeiro ano.
Uma estimativa que conecta o uso de diio a resultados concretos de negócio, além da eficiência operacional.
Por que isso importa
Para muitas ferramentas comerciais, a economia de tempo é o benefício mais fácil de mostrar. E sim, economizar tempo importa. Muito.
Mas o ponto mais relevante do estudo aparece quando esse tempo recuperado se conecta a melhores decisões, melhores conversas e melhores resultados.
Se um executivo economiza horas, mas a qualidade da sua execução permanece igual, o impacto é limitado. Se um líder tem mais relatórios, mas continua sem enxergar onde as oportunidades estão sendo perdidas, a informação fica incompleta. Se uma empresa investe em tecnologia, mas não consegue conectar esse investimento com revenue, o ROI fica incompleto.
Por isso, este projeto foi tão importante para diio. Ele nos ajudou a organizar e quantificar algo que vemos todos os dias com nossos clientes: quando as conversas deixam de se perder em sistemas desconectados, as equipes conseguem agir com mais clareza. E quando agem com mais clareza, o impacto aparece.
O valor está em recuperar contexto, reduzir fricção e transformar cada interação com clientes em uma oportunidade real de avançar.
Uma forma mais clara de falar sobre ROI
A calculadora de ROI desenvolvida junto à Berkeley Haas ajuda cada empresa a estimar o impacto de diio de acordo com seu próprio contexto.
Cada equipe tem ciclos comerciais, volumes de reuniões, taxas de conversão e custos operacionais diferentes. Por isso, medir ROI de forma séria exige olhar essas variáveis de perto.
A calculadora permite aterrissar o impacto em perguntas concretas:
Quanto tempo administrativo a equipe pode recuperar?
O que acontece se o win rate melhora?
Quanto valor existe em avançar oportunidades com mais consistência?
Como a visibilidade comercial se traduz em revenue?
Em quanto tempo o investimento se paga?
Mais do que entregar um número padrão, a ferramenta abre uma conversa mais precisa sobre o valor que diio pode gerar em cada organização.
O que vem a seguir
O trabalho com a UC Berkeley Haas nos permitiu olhar para diio de fora, com mais distância, mais método e mais exigência.
Também reforçou uma convicção que orienta nossa visão de produto: as equipes precisam de um assistente capaz de entender contexto, detectar sinais e ajudar a decidir o que fazer agora.
O relatório completo aprofunda o problema de produtividade comercial, o crescimento dos stacks tecnológicos, a necessidade de medir qualidade — e não apenas quantidade — e o papel de plataformas como diio nessa nova categoria de sistemas orientados ao propósito de cada interação.
Leia o whitepaper completo clicando aqui!

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